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27 de mar de 2015

Direção do Sindpol/MG e Aespol se reúnem com inspetor geral de investigadores e inspetor geral de escrivães





Na tarde desta segunda-feira (23/03), conforme prévio entendimento, a diretoria executiva do Sindpol/MG e da Aespol se reuniram na sede da Inspetoria Geral com o inspetor dos investigadores Gilberto da Cunha Bracelares e inspetor dos escrivães, Adailson Gilberto de Oliveira, para tratar de assuntos estratégicos da categoria, bem como, das pautas essenciais para a polícia civil.
Também estiveram presentes o diretor suplente, inspetor Mário Antônio dos Santos; diretor suplente, inspetor Djalma Barbosa; diretor administrativo, inspetor José Maria de Paula “Cachimbinho”, presidente do Sindpol/MG Denilson Martins, vice-presidente e inspetor “Toninho Pipoco”, secretário geral Cláudio Pereira e diretor de assuntos dos escrivães Wellington Kallil.
O presidente Denilson Martins disse que foi muito feliz a escolha de sua excelência, o chefe da polícia Dr. Wanderson Gomes, em nomear o inspetor geral Gilberto Bracelares e o inspetor geral dos escrivães Adailson Oliveira como conselheiros da Administração Superior da PCMG, tanto pelo perfil profissional, por sua adesão e conhecimento profundo da categoria, e também, pela lealdade com a qual sempre destinaram a instituição policial e ao Sindpol/MG, entidade que muito nos orgulha acolhe-los como filiados. “A Polícia Civil vive um momento importante, com reais possibilidades de resgate e avanços institucionais, face a definição do novo quadro político do Estado.”  Afirma Martins.
A direção do sindicato apresentou aos dois conselheiros os itens da pauta prioritária do Sindpol/MG especialmente a equiparação remuneratória entre investigadores, peritos, escrivães e médicos legistas, bem como, a isonomia salarial entre delegados e defensores públicos, pauta que, somada a reestruturação orgânica da estrutura física e a realização dos concursos públicos periódicos com autonomia financeira, resgatarão a capacidade produtiva da polícia judiciária, dando resposta satisfatória à demanda da população por mais segurança.
Os inspetores falaram da importância dessa relação pró-ativa e profícua com o sindicato e entidades de classe. Pois, somente através da soma de esforços poderemos avançar na valorização do órgão e de toda a categoria, proporcionando resultados efetivos que garantam mais segurança para a população. Afirmaram ainda que, na condição de conselheiros, estão sendo ouvidos e respeitados pelos demais colegas da administração superior, e que é importante mantermos essa sinergia interna da somatória de esforços para resultados comuns de valorização e crescimento para todos.
O inspetor Gilberto disse que, o que mais prejudica o crescimento da Polícia Civil é a fragmentação, divisões internas e falta de profissionalismo de uma minoria, que precisa entender que a instituição Polícia Civil é maior e mais importante que o interesse individual de cada um de nós, e por isso, temos todos que trabalhar juntos. O mesmo conta ainda, que acompanha há muito tempo o trabalho do Sindpol/MG e que está satisfeito com a forma que estamos buscando a convergência de propósitos em defesa da categoria. E no que couber atuação da inspetoria geral, o Sindpol/MG terá o apoio e a participação, pois, é o sindicato o órgão legitimo para defender e lutar pelas prerrogativas e melhorias, para o conjunto de investigadores, escrivães filiados, enfim, toda a categoria policial, uma vez que, é o órgão mais antigo, eclético e atuante da instituição.
Em resposta à indagação do presidente da Aespol e também diretor do Sindpol/MG Wellington Kallil, os conselheiros Adailson e Gilberto informaram que as tratativas de alguns grupos minoritários sob extinção da carreira de escrivão e unificação de atribuições dos investigadores, trata-se de matéria superada e inconveniente com o atual momento que atravessa a Polícia Civil, onde todos os seus cargos precisam ser valorizados, fortalecidos e empoderados, com condições dignas de trabalho, remuneração justa, respeito a carga horária e quadro de efetivo adequado e compatível com a demanda suscitada pela população, sendo refratário qualquer tipo de posicionamento contrário à essa orientação, ademais, pelo que consta a pauta prioritária dos cargos de base é a equiparação salarial para todos aqueles de nível superior e de caráter técnico cientifico de suas atribuições (investigadores, escrivães, peritos e legistas). Os mesmos acrescentaram, que o que a Polícia Civil precisa imediatamente é de concurso público para o preenchimento das vagas em vacância e reestruturação física das unidades da capital e interior, melhorando o ambiente de trabalho, para servidores e usuários das respectivas unidades.
O vice-presidente do Sindpol/MG “Toninho Pipoco” reforçou com os conselheiros que após todo o desgaste nas tratativas com os grupos “Novos Rumos e M9” (grupos fragmentários de discussão interna da PCMG), finalmente chegamos a um entendimento de que a matriz remuneratória de subsídio não contempla a valorização de todos os cargos e gerações da PCMG, pois, aposentados, pensionistas e aqueles beneficiados com gratificações não seriam alcançados. O ideal para todos, administração, governo e entidades, seriam outras formas, já citadas acima (equiparação e isonomia), na forma do vencimento básico, e, portanto, gostaria que os nobres conselheiros fossem portadores desta convergência junto à Administração Superior da Policia.

Retorno da efetividade dos cargos de subinspetor e inspetor
Importante ponto de debate dessa reunião foi a respeito do retorno dos cargos de subinspetor e inspetor como níveis dos cargos de investigador e escrivão. Hoje é um dos pontos de desvalorização e desmotivação dos detentores das carreiras, uma vez que, nem na carteira de identidade funcional se consta essa importante função, não só para os investigadores e escrivães, mas até para os demais cargos, nas respectivas funções comissionadas.
O presidente Denilson Martins disse que essa medida pode parecer insignificante, mas que representa muito para vários servidores, e também, para o Sindpol/MG. Ele ponderou que, uma das metas do sindicato, desde 2003, é não só o reconhecimento da função comissionada ou gratificada, mas sim, a repercussão financeira como níveis das respectivas carreiras acima do nível especial. Isso sim traria justiça e valorização para os detentores do cargo, e respeitaria os princípios da hierarquia e da disciplina, pilares que sustentam a organização policial “corporis”. Martins destacou que no projeto de lei orgânica em 2013, tentou-se emplacar essa emenda, porém, por insensibilidade do governo e da casa legislativa, essa intenção não vingou, sendo postergada para uma oportunidade futura.
Eis que é chegada a hora de resgatar todo esse debate e apresentarmos novamente essa medida que valoriza em muito o profissionalismo, a experiência e a curva do conhecimento em nossa instituição.

 FONTE: SINDPOL/MG.

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