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25 de nov de 2014

Polícia Civil realiza operação e fecha prefeitura e Câmara de Confins-MG.

Objetivo da investigação é combater fraudes em licitações; funcionários públicos estão tendo que ficar do lado de fora

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PUBLICADO EM 25/11/14 - 08h58
A Polícia Civil de Minas Gerais realiza a operação Lavagem II de combate a fraudes em licitações, na manhã desta terça-feira (25), na prefeitura e na Câmara Municipal de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Para que o trabalho seja realizado, os dois prédios públicos foram fechados pela polícia. Os 40 policias cumprem mandados de busca e apreensão, sob a supervisão do delegado Jonas Tomazi, responsável pela operação. Estão sendo recolhidos contratos de licitação.
A suspeita é de o documentos estejam ligados ao vereador Aladir José Pessoa de Souza (PTB), suspeito de comandar um grupo de seis a dez pessoas. Ele já chegou a ser preso, mas foi liberado com menos de um mês.
Ainda, de acordo com o delegado, as investigações apontam que pelo menos 14 contratos de licitação foram fraudados, o que equivale ao desvio de R$ 2 milhões de reais.
A próxima fase da operação será investigar onde mais o grupo agia. Há a suspeita de que eles atuavam em outras cidades próximas a Confins. O esquema da organização funciona por meio da criação de empresas em nome de "laranjas" ou por meio do pagamento de propina para se conseguir os contratos.
Os funcionários públicos que chegam  para trabalhar estão tendo que ficar do lado de fora. "Não estamos nem podendo usar o telefone", informou um servidor à reportagem de O TEMPO.
Mesmo com a prefeitura fechada, os serviços básicos continuam sendo realizados e a população não, é prejudicada, já que funcionais em outros locais, que não no imóvel interditado.
Primeira operação
O vereador da Câmara Municipal de Confins, Aladir José Pessoa de Souza (PTB), foi preso em flagrante, no final de setembro deste ano, durante a operação Lavagem I. Seis meses de investigações apontaram que Souza coagia licitantes honestos para conseguir ficar com a licitação. Em outros casos, o político entrava em acordo com licitantes corruptos para conseguir ser beneficiado. O político atua na prestação de serviços na área de informática do município. Na época, outras duas pessoas foram presas por envolvimento no esquema. O detido era presidente da Casa Legislativa quando foi preso.
Atualizada às 12h12.

FONTE:http://www.otempo.com.br/cidades/pol%C3%ADcia-civil-realiza-opera%C3%A7%C3%A3o-e-fecha-prefeitura-e-c%C3%A2mara-de-confins-1.952144

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