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2 de abr de 2013

Polícia Civil faz parceria para exibir imagens de desaparecidos em telões.


Painéis eletrônicos divulgam imagens e informações de pessoas desaparecidas em dez movimentadas avenidas de Belo Horizonte


Polícia Civil de Minas Gerais e o Grupo PAD de Comunicação Visual fizeram uma parceria com objetivo de ampliar a divulgação de fotografias de pessoas desaparecidas em painéis eletrônicos espalhados em dez movimentadas avenidas de Belo Horizonte.
A divulgação começou a ser feita na semana passada. Diariamente, a Delegacia de Divisão de Referência às Pessoas Desaparecidas envia à empresa fotos e informações de pessoas desaparecidas. A partir daí é criado um vídeo com novas imagens para serem inseridas nos painéis. Cada painel eletrônico foi programado para realizar 400 inserções de fotografias, durante os intervalos das campanhas publicitárias.
Para a delegada titular da Divisão de Referência às Pessoas Desaparecidas, Cristina Coelli, “a iniciativa alcançará um percentual maior de pessoas, aumentando a possibilidade de localização de desaparecidos”.
O presidente do grupo PAD, Alexandre Davis, também ressalta a importância da divulgação. “Como os painéis estão em dez avenidas principais e tem a troca rápida de campanha, a gente consegue ajudar com mais um espaço de comunicação para informar as pessoas”, afirma Davis.
Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos
Outra iniciativa que pode auxiliar na procura por pessoas desaparecidas é a reformulação do Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos. Agora, qualquer pessoa pode cadastrar desaparecidos e inserir novas informações sobre os casos. O portal pode ser acessado por meio do endereço  www.desaparecidos.gov.br.
“Existe uma equipe técnica coordenada pelo Ministério da Justiça e pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República para validar as postagens, mas as pessoas podem inserir e ajudam muito nos casos”, destaca Cristina. Segundo a delegada, a denúncia de um desaparecimento e um boletim de ocorrência devem ser feitos imediatamente.
“Existe uma lei federal que determina a busca imediata. Nós ressaltamos que a família busque sim a delegacia de polícia para cadastrar, para fazer o registro imediato dos casos de desaparecimento. O policial que informar, erroneamente, esse prazo de 24 ou 48 horas, está em flagrante desrespeito à lei. O atendimento imediato pode e deve ser exigido”, destaca a delegada.



FONTE: O TEMPO.

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