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1 de mar de 2013

EM TIMÓTEO - Suspeito de pertencer à quadrilha de estelionatários é preso.


Cartões de crédito seriam clonados dentro de um quarto de hotel. Integrantes agem espalhados em alguns estados brasileiro.

Preso no quarto do hotel todos os objetos necessários para a realizar a clonagem dos cartões de créditos. (Foto: Gilmaro Alves / Assessoria da Delegacia Civil de Timóteo )Preso no quarto do hotel todos os objetos necessários para a realizar a clonagem dos cartões de créditos. (Foto: Gilmaro Alves / Delegacia Civil de Timóteo )
Foi preso na noite dessa quarta-feira (27) e encaminhado para delegacia da cidade de Timóteo(MG) um homem suspeito de integrar uma quadrilha de estelionatários do Rio de Janeiro, que aplicam golpes de cartão de crédito clonados.

De acordo com o delegado responsável pela operação, Gilmaro Alves, a quadrilha que tem o ponto forte na capital Carioca, age em todo Brasil inclusive na cidade de São Paulo.

“Acreditamos ser um bando que age em vários estados do país, justamente para dificultar a prisão, visto que parte do bando ficava em São Paulo, outra parte no Rio de Janeiro e Bahia, sendo que a função de cada participante era delimitada”, conta.

Fraude

Segundo informações da Polícia Civil, o integrante da quadrilha havia alugado um quarto de hotel luxuoso na cidade de Timóteo e apresentou uma identidade falsa para permanecer na região, sem ser identificado pela polícia.

Ao evadir o quarto do suspeito, os policiais encontraram diversos cartões de crédito, virgens e roubados de outras clientes bancários, uma máquina de magnetização de cartão, um computador e documentos em nome de pessoas.

Delegado Alvez explica que o papel do suspeito preso no golpe era efetivar os saques e fazer a partilha dos valores entre o bando. “Os demais integrantes ficam em outros estados colocaram um equipamento denominado 'chupa cabra' nos caixas eletrônicos que por suas vezes copiavam as senhas e os números dos cartões. Estes repassaram estes dados para o suspeito que foi preso, aqui em Timóteo, que utilizando a máquina e um avançado programa de computador (no interior do hotel) magnetizava os cartões 'virgens' com os dados de correntistas diversos e em seguida efetuava os saques”, diz.

Alvez termina apresentação  dizendo que a prisão deste suspeito foi apenas o ponto inicial das investigações. “Vamos continuar com o inquérito por que precisamos ainda identificar outras pessoas que contribuem com essa quadrilha. Não descartamos a possibilidade de equipamentos terem sido acoplados em bancos do Vale do aço”, finaliza.

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