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25 de jan de 2013

INVESTIGAÇÃO PCMG - PM é preso suspeito de matar perueiro que não pagou propina.



25/01/2013 20h54 - Atualizado em 25/01/2013 20h54

Homem foi assassinado na BR-040, em Contagem, na Grande BH. Segundo investigações, militar ainda teria atirado em cobrador.

Do G1 MG

Um policial militar foi preso, nesta sexta-feira (25), por suspeita de ter matado um perueiro, na BR-040 neste mês. A motivação do crime, segundo as investigações, seria a falta de pagamento de propina para circulação do transporte irregular.

O cabo de 29 anos foi detido dentro de uma companhia de Polícia Militar (PM), em Contagem, enquanto trabalhava. Os investigadores não divulgaram o nome dele, mas disseram que ele está na corporação há cerca de dez anos.

De acordo com a polícia, ele cobrava R$ 300, inicialmente, pra permitir que motoristas fizessem transporte clandestino. Depois, pedia R$ 100, por semana, para manutenção da ilegalidade.
O militar teria assassinado Cristiano Emerick da Silva, de 35 anos, com um tiro na cabeça e outro peito. O homem era perueiro e, segundo parentes, afirmava não ter dinheiro para pagar o valor.


O delegado Luciano Vidal deu detalhes de como o crime teria acontecido. “No dia 8 de janeiro, por volta das 21h, o suspeito [o militar] entrou no veículo do perueiro e pediu para que ele parasse o veículo na altura do km 523 da BR-040. Ao parar o veículo, o suspeito saiu do fundo do veículo, questionou a vítima sobre o dinheiro exigido, sobre o pagamento. E com a negativa da vítima,  ela se negando, ela alegando que não tinha condições de efetuar aquele pagamento, o suspeito sacou um revólver calibre 38 e efetuou dois disparos na vítima. Se virou para o trocador e efetuou mais três disparos, que lesionou sem maiores gravidades, evadiu do local em um outro veículo que o aguardava naquela localidade”, contou o delegado.

A Polícia Civil agora investiga o homicídio do motorista e a tentativa de homicídio do trocador. Já a corregedoria da PM apura a cobrança de propina.

De acordo com a Polícia Militar, o cabo também vai responder a processo administrativo. Se forem confirmadas as suspeitas, ele poderá ser expulso da corporação.

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