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28 de out de 2011

Filho de suspeito de dopar agentes para fugir do hospital é preso por receptação e adulteração de chassi.


Um jovem de 21 anos foi preso nessa quarta-feira (26) em Divinópolis, na região Centro-Oeste de Minas, suspeito de receptação e adulteração de chassi de carro. De acordo com a Polícia Civil, ele é filho do homem, de 42 anos, que usou um tranquilizante misturado a um refrigerante para dopar dois agentes penitenciários e fugir da enfermaria de um hospital. A fuga aconteceu no dia 12 deste mês, na mesma cidade, e o homem continua foragido.

Segundo a Polícia Civil, o rapaz preso foi encontrado em um carro roubado em setembro deste ano, em Pará de Minas. As investigações apontam que o veículo seria desmanchado em um ferro-velho do próprio suspeito. Ele foi encontrado durante as investigações a respeito do paradeiro do pai dele.

O jovem foi autuado por receptação e encaminhado para o Presídio Floramar, em Divinópolis.

Relembre a fuga
Segundo a polícia, o homem estava internado no Hospital São João de Deus, desde o último dia 7, com febre e suspeita de dengue. O filho dele foi ao local para visitá-lo, comprou um refrigerante de dois litros na lanchonete da unidade, e seguiu com a garrafa para a enfermaria. Após a troca de turno, ele ofereceu a bebida a dois agentes penitenciários chegaram para fazer a escolta do pai.

Ainda segundo a assessoria do hospital, sem perceberem que havia o tranquilizante misturado ao refrigerante, eles beberam quase tudo e, poucos minutos depois, entraram em sono profundo.

Aproveitando disso, pai e filho conseguiram sair da unidade, passando por todos os setores do hospital sem serem notados e fugiram em um Fiat Palio azul. A direção do hospital está analisando as imagens do circuito de segurança para saber como tudo aconteceu.

O caso foi encaminhado para a 1ª Delegacia Regional de Divinópolis, que instaurou um inquérito para investigar o caso. O resultado deve ser conhecido em até 15 dias. A Polícia Civil informou ainda que a garrafa com o restante do refrigerante foi encaminhada para análise no Instituto de Criminalística de BH.


FONTE: O TEMPO.

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