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13 de set de 2011

PM abriu inquérito para investigar "perseguição" a grevistas.


Por meio de nota, a Polícia Militar informou nesta segunda-feira que desde semana passada já está investigando as denúncias de que policiais disfarçados estariam vigiando e intimidando sindicalistas na capital. Segundo o comando da PM, a corregedoria instaurou Inquérito militar para apurar a "suposta atuação de integrantes da Equipe de Inteligência" no dia 6 de setembro. inda segundo a instituição, os levantamentos serão acompanhados pelo Ministério Público Estadual, a pedido da própria Polícia Militar "para garantir a transparência e a regularidade das apurações".

Pedido formal

Na manhã desta segunda-feira (12) representantes do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE) e da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) haviam protocolado um pedido formal de investigação sobre a suposta intimidação, que teve imagens divulgadas em diversos veículos de comunicação do Estado.

Segundo a denúncia, veículos com placas restritas estavam vigiando a movimentação na sede do sindicato. "Queremos uma resposta sobre o que está acontecendo. Isso é uma intimidação", disse o deputado estadual Rogério Correia (PT). Além disso, a comissão pediu à Ouvidoria da Polícia o afastamento do comandante da PM, coronel Renato Vieira de Souza. Segundo o deputado, o comandante teria se negado a enviar uma viatura à sede do sindicato.

De acordo com Beatriz Cerqueira, coordenadora do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE), todas as provas foram anexadas ao pedido.

Greve
A greve dos professores já dura quase 100 dias. Na próxima quarta-feira (14) a categoria se reúne novamente em assembleia, para decidir os rumos do movimento. Os educadores rejeitaram a proposta de R$ 712,20, para uma jornada de 24 horas semanais, e insistem num piso de R$ 1.187.


FONTE: O TEMPO.

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