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13 de ago de 2011

Mais de 50 ligações foram registradas no disque-denúncia do RJ sobre morte da juíza.



Patrícia Acioli foi executada com 21 tiros na porta de casa, em Niterói.

Até às 18h deste sábado, o Disque-Denúncia do Rio de Janeiro já havia recebido 53 ligações com informações sobre o assassinato da juíza Patrícia Acioli, executada na madrugada dessa sexta-feira, em Niterói. A maioria das denúncias gira em torno de possíveis autores do crime.

A juíza, que atuava na cidade de São Gonçalo, foi executada com 21 tiros na porta de sua casa. Pelo menos 18 pessoas já foram ouvidas sobre o crime, inclusive o namorado da juíza, que é policial militar.

Patrícia Acioli tinha um histórico de condenações contra criminosos que atuam na cidade, como quadrilhas que agem na adulteração de combustíveis e no transporte alternativo, entre outros crimes. Segundo investigadores, o nome dela estava em uma lista de doze pessoas marcadas pra morrer. Este documento foi encontrado com um homem conhecido por "Gordinho", acusado de ser chefe de uma milícia em São Gonçalo, preso em janeiro deste ano em Guarapari, no Espírito Santo.

Segundo a polícia, a juíza foi responsável pela prisão de cerca de 60 pessoas ligadas a milícias e grupos de extermínio nos últimos dez anos.

FONTE: O TEMPO.

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