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19 de ago de 2011

Fim do sequestro de menina leva polícia a libertar jovem mantida encarcerada por 23 anos.




Dona de casa e o companheiro são acusados de manter jovem em cárcere privado por mais de duas décadas

Landercy Hemerson -Jefferson da Fonseca Coutinho -
Publicação: 18/08/2011 06:00 Atualização: 18/08/2011 06:28



Com os cabelos recém-pintados, Neli Maria Neves é conduzida por agente. Garota a reconheceu como mulher que a sequestrou em Contagem e a registrou como filha.


A história de exploração e cárcere disfarçado de adoção vivida por uma jovem de 24 anos, mantida por mais de duas décadas aprisionada por uma mulher que se passava por sua mãe, seria o provável futuro da menina de 7 anos sequestrada há pouco mais de uma semana em uma feira de artesanato em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A criança retornou ao convívio da família, depois que a suspeita se viu acuada com a divulgação de seu retrato falado. Mesma sorte não teve a jovem Natália. Encontrada na casa para a qual a garota havia sido levada, a jovem deixou a condição de suspeita de cumplicidade no desaparecimento para se tornar mais uma vítima, em um enredo que surpreendeu vizinhos e a própria polícia.

De acordo com as primeiras investigações, tanto os parentes da jovem encarcerada como os da acusada se calaram por 23 anos sobre a situação. Nesse período, aponta a apuração, os últimos anos foram de exploração comandada pela mulher, que mantinha a jovem sob ameaças, em uma condição definida pela polícia como de cárcere dominado. Há indícios ainda de que Natália recebia diariamente remédios que a dopavam.

FONTE: O ESTADO DE MINAS.

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