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26 de jul de 2011

Festas onde menores podem beber e participar de orgias são comuns em BH.

LOCAL DA FESTA.
O evento, chamado "American Pie", prometia bebida liberada a noite toda.A Vara da Infância e Juventude de Minas Gerais está atrás de quem realmente organizou a festa regada a álcool, música alta e até strip tease, que resultou na apreensão de mais de 100 adolescentes, na última sexta-feira, na avenida Raja Gabáglia, bairro Santa Lúcia, região Centro-Sul de Belo Horizonte. O evento, chamado "American Pie", prometia bebida liberada a noite toda.

De acordo com a Vara da Infância e Juventude, os pais de um dos participantes tomaram conhecimento da festa e denunciaram ao Conselho Tutelar, que montou uma fiscalização na porta do evento. Se condenados, os organizadores da festa podem responder por duas infrações. A primeira por não possuir alvará para realização de festas com a presença de adolescente e a por fornecer bebida alcoólica a esses jovens.

A Festa

A festa era inspirada na série de filmes "American Pie", em que adolescentes e jovens se fartam em encontros regados a bebida alcoólicas e competições de sexo. Quando chegaram ao local da festa, comissários de menores e policiais militares surpreenderam os jovens que se divertiam ao som de funk e tomavam vodca e shop. Além disso, uma garota na lista dançava tirando a roupa, em uma simulação de strip-tease.

Ao todo, 109 adolescentes de classe média foram levados ao Juizado de Menores e só foram liberados com a chegada dos pais, que precisaram assinar um termo de responsabilidade. A organizadora do evento, segundo adolescentes que estavam na festa, foi embora depois de receber o valor do ingresso: R$ 30.

A mulher, que seria mãe de uma das garotas que estava na festa, teria dito aos policiais e comissários que a festa era uma comemoração do aniversário de 15 anos da filha dela. Ela teria contado com a ajuda da filha e de dois amigos para organizar o evento e a divulgá-lo na internet.

A responsável pelo Mirante da Raja, onde a festa ocorreu, disse que a entidade vai acionar a organizadora na Justiça, uma vez que o local só pode ser usado por associados e para “eventos familiares”. A organizadora do evento foi procurada pela redação, mas não retornou ligações; a filha dela, no entanto, confirmou que o evento foi pago.

O TEMPO.

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