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14 de jul de 2010

São Joaquim de Bicas rejeita construção de novas unidades prisionais

A transformação de São Joaquim de Bicas em cidade-penitenciária e os riscos de que sofra em futuro próximo os mesmos problemas sociais de Ribeirão das Neves motivou um debate entre as lideranças locais, o Governo do Estado e os deputados da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais na manhã desta terça-feira (13/7/10). O município de 24 mil habitantes, pertencente à Região Metropolitana de Belo Horizonte, já possui uma população carcerária de 4 mil pessoas em três unidades prisionais: o presídio Jason Albergaria e as penitenciárias Bicas 1 e 2.
O requerimento que motivou a reunião foi da deputada Maria Tereza Lara (PT), que falou sobre a necessidade de humanização do tratamento carcerário e pediu um centro de internação para adolescentes infratores em Betim. Quanto a São Joaquim de Bicas, a deputada disse que "não é possível ampliar ainda mais a população carcerária". Uma das questões mais graves apontadas na reunião foi a falta de atendimento médico aos presos.

Os vereadores de São Joaquim de Bicas falaram de suas preocupações ao microfone. Amarildo Maia disse que a população teme que a cidade adquira o perfil de Ribeirão das Neves, com a multiplicação de presídios e de problemas. "As unidades prisionais são barris de pólvora com pavio curto, e o Estado não ameniza a situação", afirmou. Sua queixa específica é sobre as condições precárias da estrada que dá acesso ao presídio, onde há uma reta no bairro Primavera onde as viaturas passam com excesso de velocidade
fonte ALMG

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