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23 de abr de 2010

Preso mais um suspeito de integrar bando da degola

Sidney teria prestado serviços à quadrilha em troca favores para gravar um CD com canções evangélicas
Sidney Benjamin, conhecido como “pastor”, foi preso na manhã desta sexta-feira suspeito de envolvimento com a quadrilha acusada de matar barbaramente dois empresários em Belo Horizonte. Agora, são sete pessoas detidas por participação no bando que torturou, degolou e carbonizou Rayder Rodrigues e Fabiano Ferreira Moura. Policiais da Divisão de Crimes contra a Vida informam que um oitavo suspeito pode ser preso a qualquer momento, mas não forneceu detalhes.
Sidney Benjamin era porteiro quando conheceu Frederico Costa Flores de Carvalho, suspeito de chefiar a quadrilha envolvida em lavagem de dinheiro, contrabando, estelionato e extorsão. Descrito por pessoas com quem conviveu como um homem muito religioso, o homem já foi ouvido pelos investigadores, mas acabou liberado por falta de elementos que justificassem a prisão. No entanto, após novas informações, a polícia decidiu prendê-lo.
Ele teria feito serviços de entrega para Frederico em troca da promessa de gravação de um CD de música evangélica. Segundo polícia, há indícios de que Sidney esteve no apartamento 14 do prédio de número 423 da Rua Boa Esperança, no Sion, Zona Sul de BH, local do duplo homicídio.
Quadrilha
Além de Sidney, também estão detidos em Belo Horizonte a médica Gabriela Ferreira, o estudante de direito Frederico Costa Flores de Carvalho - apontado como líder da quadrilha -, o garçom Adrian Gabriel Grigorcea, os cabos da PM André Bartolomeu e Renato Mozer, além de Arlindo Soares, conhecido de Frederico na faculdade de direito.
Até agora, a polícia não conseguiu localizar as cabeças de Rayder e Fabiano. Já foram realizadas buscas no Viaduto da Mutuca, em Nova Lima, na Grande BH, e no Aglomerado da Serra, região Centro-Sul da capital.
Ivan Satuf - Portal Uai

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