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8 de abr de 2010

Irã promete revidar se houver ataque dos EUA, diz chefe militar





TEERÃ (Reuters) - O Irã responderá a um ataque militar dos Estados Unidos atingindo tropas norte-americanas estacionadas no Oriente Médio, informou o comandante militar do país nesta quinta-feira.

"Se a América apresentar uma grave ameaça e tomar qualquer medida contra o Irã, nenhum dos soldados americanos que estiverem atualmente na região retornarão aos Estados Unidos com vida", disse o chefe de Estado-Maior General Hassan Firouzabadi, segundo a agência semi-oficial de notícias Fars.

Seus comentários intensificaram a retórica hostil na semana em que o presidente dos EUA, Barack Obama, excluiu o Irã da nova política restringindo o uso de armas nucleares por parte dos Estados Unidos.

Obama está insistindo para que os membros do Conselho de Segurança da ONU apoiem novas sanções nas próximas semanas para pressionar o Irã a frear seu programa nuclear, que o Ocidente teme levará à produção de armas nucleares.

O Irã já enviou alertas repetidos a Israel --que sugeriu possíveis ataques militares contra as atividades nucleares do Irã-- dizendo que responderia militarmente a qualquer agressão.

Falando com repórteres nos bastidores de uma cerimônia militar, Firouzabadi disse que um ataque ao Irã também colocaria as fontes de petróleo em risco.

"Se os Estados Unidos quiserem o petróleo da região e seus mercados, então os mercados da região serão tirados dos Estados Unidos e o controle muçulmano sobre o petróleo irá aumentar", disse ele, segundo a emissora estatal IRIB.

A pressão sobre o Irã poderá aumentar na próxima semana quando Obama sediar uma cúpula sobre segurança nuclear com participação dos líderes da China e Índia -- dois dos membros do Conselho de Segurança com poder de veto a quem ele tem pedido o apoio para as novas sanções da ONU.







Temer promete reunião sobre PEC 300 na próxima semana

Rodolfo Torres



A pressão de policiais e bombeiros aliada à crescente obstrução de deputados produziram resultado. Diante do pedido de dezenas de deputados, o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), prometeu convocar uma reunião com os líderes na próxima semana para decidir a inclusão da PEC 300 na pauta.



“Naturalmente conversarei com os líderes para trazê-la a plenário”, afirmou Temer, em resposta ao deputado Paes de Lira (PTC-SP), que questionou a razão de a votação da matéria ter sido interrompida faltando quatro destaques. Temer explicou que não há impedimento regimental para a Casa interromper a votação de uma PEC.

Paralelamente a isso, o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) encaminhou ofício à Mesa solicitando a inclusão da PEC 300 na pauta da Casa.



A PEC cria o piso salarial provisório a policiais e bombeiros militares de R$ 3,5 mil e R$ 7 mil (praças e oficiais, respectivamente). A matéria teve seu texto-base aprovado no início de março. Contudo, para concluir o primeiro turno de votação da matéria, a Câmara precisa apreciar quatro destaques que, na prática, desconfiguram a proposta.



Depois dessa fase, a matéria terá de passar por mais um turno de votação para, a partir de então, seguir ao Senado.

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